quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Trilha do Porco


Olha o pega das nacionais, Jr.#55 , Carlos #7 , Denilson (porcoeudô) 111, Japa #321

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Inauguração Pista da Honda - Stefan Everts


Essa foto foi tirada na inauguração da pista da Honda Indaiatuba em 1997, detalhe o traçado era ao contrario de hoje.
Olha a pegada do Everts

  • 10 vezes campeão do mundo de motocross
  • 101 vitórias em corridas
  • Venceu 14 das 15 corridas em 2006.
  • Cinco vezes eleito o esportista do ano na Bélgica (2001, 2002, 2003, 2004 and 2006), 
  • É o único piloto a ser campeão mundial pelas quatro marcas japonesas (Suzuki, Kawasaki, Honda e Yamaha). 
  • Junto com o compatriota Eric Geboers, são os únicos pilotos a vencerem nas três categorias do motocross, se tornando o "Mr. 875cc" (Campeão mundial da 125/250 e 500cc)
  • Na temporada de 2003, ele venceu três provas em três categorias diferentes (125cc, MXGP e 650cc) no mesmo dia em Ernee, França.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Vira-Latas das antigas..




Serra do Japi 1987: Marcelo Capovilla, João Xerox, Bilinho, Cio, Pedro Furlan, Sérgio Tavares, Mané e Luiz Português...

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Conheça um pouco da história de Nuno Narezzi no Motocross


Criado dentro do esporte, o empresário Nuno Narezzi é considerado um ícone do Motocross Profissional em Indaiatuba e região. Foram 18 anos competindo no meio profissional, sempre integrando o time oficial da Honda. Cinco vezes Campeão Brasileiro e nove vezes Campeão Paulista, ele revela que conquistou tudo o que têm graças ao esporte. Em meados de 1982/83, com 15 anos de idade, Nuno iniciou as competições regionais (eram cidades próximas como Rio Claro, Jundiaí e Sorocaba), logo depois os campeonatos brasileiros e aos 17 anos começou a participar de mundiais.
Nuno sempre foi ligado em esportes, antes de começar com o motocross ele praticava corrida, natação e bicicross. Devido à grande paixão do pai pelo motociclismo, o atleta conta que desde criança frequentava muitas corridas. "Sempre estive envolvido e isso ajudou. Comecei a andar de moto com 8 ou 9 anos e nessa época isso era uma loucura! Comecei por lazer e depois se tornou sério".
Falando sobre equipe, ele explica que por mais que a vitória dependa do desempenho do piloto na hora da corrida, o esporte não deve ser considerado individual. "Sempre existe uma equipe estruturada por trás, fundamental para o sucesso. São muitas pessoas que fazem parte disso [vitória]. Quando você ganha uma corrida ou conquista um título, o mérito não é individual, mas sim de toda a equipe".
Quanto às dificuldades, ele relata que sempre foi motivado pela família em todos os aspectos, principalmente durante a recuperação de fraturas ocasionadas pelo esporte. Outro desafio era manter o bom funcionamento de sua moto, o que envolvia mão de obra especializada. "O problema maior era financeiro mesmo. Neste sentido, atingi um bom nível no final da carreira. Eram usadas aproximadamente 6 a 8 motos por ano".

Um esporte radicalO motocross é um esporte motor radical e o praticante precisa de muita preparação física e psíquica. A rotina de Nuno enquanto competia era muito intensa, com treinos diários de ciclismo, corrida e musculação. Nesta época, as provas/baterias dos campeonatos paulista e mundial eram iguais em tempo de duração. As instruções oferecidas ao piloto eram feitas por um orientador formado em Educação Física, sem especialização no motocross. "Não tínhamos profissionais segmentados como hoje... agora tem de tudo, tratamento nutricional, psíquico, médicos especializados, fisioterapeutas, treinadores, além de outras atividades que agregam ao esporte".
Observando as melhorias do esporte, Nuno conta que cresceu o número de circuitos/pistas para realizar os treinos. Segundo ele, até pouco tempo atrás as pistas de treinamento eram todas inadequadas, uma dificuldade para os pilotos. "Hoje existe uma infinidade de circuitos no raio de 50 km. Por exemplo, em Itupeva, a pista do Calango Cego e em Salto a pista do Ranca Toco, além de muitas outras". Outra melhoria é a visibilidade midiática do esporte de forma positiva e bem distribuída entre os veículos de comunicação, principalmente na internet. Nos tempos de ascensão do piloto, ele conta que dependia muito da mídia escrita em escala nacional para conseguir patrocínio e dar continuidade nas competições. "Tive muitos patrocinadores como a Honda (principal), a Móbil, Pirelli entre outros. A imprensa local sempre me apoiou, mas para chegar aos olhos destes patrocinadores, a imprensa nacional era uma grande aliada, de difícil acesso."
Sobre os atuais campeonatos, Nuno destaca a importância das competições regionais, também conhecidas como bases. "Hoje o Paulista não tem mais tanta força devido à queda de patrocinadores, que hoje se concentram mais no Brasileiro e Mundial. Para quem está começando, os melhores campeonatos são os de base, como a Copa São Paulo, a Copa Xtreme Racing e a Copa Dirt Action, que acontecem todo final de semana" - isso considerando apenas o estado de São Paulo. Segundo ele, as bases oferecem melhores condições de treino e estrutura para o atleta de forma mais acessível.
O PilotoPara praticar o motocross é preciso ser "completamente desprendido". Outra característica fundamental é ter equilíbrio emocional. "Muitos pilotos falam que tem que ter coragem, mas na verdade o que o atleta precisa é de preparo. Deve conhecer seu espaço e seus limites (pessoais, da moto e da pista). Eu mesmo, nunca andei no limite. Penso que arriscar demais é por em risco tudo aquilo que aprendi. Arriscar demais pode trazer conseqüências irreversíveis. Por isso, não seja corajoso, mas sim, esteja preparado!".
Para os interessados no esporte off road (motoross, trilha e enduro), Nuno deixa a dica: "Hoje, o acesso ao mundo off road está super acessível, muito mais fácil. Mas para chegar ao nível nacional ainda é preciso muita dedicação e muito esforço. Penso que se a pessoa gosta e tem isso como um sonho, ela deve tentar."
Nuno já disputou muitas etapas do mundial (dentro e fora do Brasil) e parou de competir aos 33 anos. "Não me arrependo de nada. Fui muito além do que eu imaginava para minha carreira. Tenho muitas lembranças boas, mas a principal foi minha 1ª vitória no Campeonato Brasileiro, em 1991... neste dia alcancei a meta que eu tanto almejava".



De: Jornal Destaque Indaiatuba

Niver Rodney Smith



Cinco vezes Campeão GNCC ('98, '99, '01, '02, '04), 1988 Campeão Nacional de Motocross, ISDE medalha de ouro, três vezes AMA National Champion Series de confiabilidade, 5-Time AMA Nacional Hare Scrambles Campeão

                                   
                                      



Equipe Honda 2012

 Wellington Garcia


sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Estrada Real - Paraty

Quadrilha de ataque...



 Indo receber ordens do ataque a pousada...


Desenvolvendo planos...


Ultimas coordenadas com o chefe da quadrilha "Zé da Serra"...



Objetivo concluido... Pousada é nossa...

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Trio de braço duro...

Vira-Latas do asfalto....

 Olha o chinelinho branco...

 Guidetti, Marcelinho e Darci Chinelinho...

 Pega Marcelinho e Guidetti...
 Guidetti..
Campanha da dengue, deixe seu pneu usado para nosso criatorio...

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Pedra do Enrrosco


Assim q estreia uma Kawasaki zero.... Olha a técnica de trial do Dé...

Sabado de Trilheiro!!!

Com a saída atrasada do posto, graças aos bonitões André e Julinho, seguimos rumo a Joaquim Egídeo novamente, com 20% da trilha concluída, quebrou a moto de AAAAAAntonio Nuuuuunes, depois de 2 horas de esforços, vômitos, vimos quem são os verdadeiros Vira-Latas. Partindo pra segunda etapa do dia, conhecendo a famosa pedra do enrrosco.
Para fechar com chave de ouro, conhecemos o novo QG de Souzas, Bar do Zé do Cleto, cara mais figura q conheci na vida. E como um bom cachorro de rua, jamais quer voltar para a casa, só quando a dona grita, "já pra casinha"....